A ilusão as vezes é necessária, estamos a todo momento nela sem ao menos percebermos. É a poesia para o cético, é o brinquedo da criança e a reza daquele quem crer. A ilusão é um fenômeno, um efêmero devaneio. É a metafísica para os filósofos, também a rara chuva no sertão. Especial por ser rara, por ser somente uma vez durante o ano, mas é chuva! Que faz germinar algumas sementes e, traz alegria durante o seu espetáculo primaveril.
Ilusão é tudo que é raro e efêmero, e não podemos tocar, nem guardar em nossas lembranças. É uma estrela cadente riscando o céu.
